quarta-feira, 20 de julho de 2016

Autor: Dr Aníbal Pereira dos Reis. A GUARDA DO SÁBADO. Capítulo 6/24. Edições “Caminho de Damasco”. São Paulo, 1977.

Tenho fortes restrições aos que publicam escritos na Internet e não colocam um E-mail ou Contato para possíveis refutações, Portanto, isso se configura como COVARDIA. Por isso, acuso o tal Dr, Anibal de  covarde.  Tenho 100 blogs na Internet e em todos tenho colocado meu E-mail walasi@uol.com.br e respondo a todos os que elogiam, criticam ou refutam minhas colocações.


Mostraremos, abaixo, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo)


Eu, Waldecy Antonio Simões, como membro da Igreja Batista do Sétimo Dia (www.ib7.org/), tenho como obrigação propagar a Verdade do Senhor Deus, exatamente como Está Escrito, em cada verso e em cada til, o que faço com muitíssimo prazer:

Antes de mostrarmos os crassos erros do dr. Anibal, é necessário um Prefácio:



Bem para começar o título “Extinção do Sábado” do Aníbal é o mais ridículo possível, pois em sua débil sabedoria e em suas contradições agride violentamente os desígnios do Pai e do Filho, e vou provar isso, segundo as Escrituras. 

“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15

O próprio Mandamento do sábado já revela ser ele O DIA DO SENHOR perpetuamente:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.   Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”.  Êxodo 20:8-11


Mas há um fato importantíssimo que desmente, de modo absoluto, todos os domingueiros, sejam eles até teólogos, exegetas e outros estudados.

Vamos ao fato:

Existem vários documentos, assim como na Wikipedia, que exibem a listagem dos papas e seus concílios. Por eles, tomaremos conhecimento do Concílio de Laodiceia, votado e assinado pelo bispo maior, da época, chamado de Papa Libório, pela maração católica, pelo Vaticano. 

O Concílio de Laodiceia foi convocado no ano 364 de Jesus Cristo, exatamente para deliberar sobre sábados e domingos. Nos concílios anteriores, em cada um deles, ardilosamente, o sábado veio sendo diminuído  e o domingo exaltado  cada vez mais pelo clero, com a desculpa de ser nesse dia que Cristo havia ressuscitado. Então, o Xeque Mate da “exclusão” do sábado do Monte Sinai finalmente deu lugar ao tal domingo, pois os bispos e cardeais votaram a favor da (impossível) troca do Dia do Senhor.


A ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA DO CONCÍLIO LAODICÉIA, NA BUSCA DA VERDADE SOBRE SÁBADOS E DOMINGOS.



Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”.  Hefele, Karl Joseph 1809-1893  HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318. 

Por que o bispo de Roma, especificamente Libório, nomeado pelo clero católico de hoje como Papa Libório, no ano 364 da era cristã, convocou um Concílio denominado CONCÍLIO DE LAODICÉIA? 

Porque a convocação e o resultado do CONCÍLIO DE LAODICÉIA DESMENTE CATÓLICOS, ORTODOXOS E ATÉ EVANGÉLICOS que alegam que após a Ressurreição de Jesus a Igreja Primitiva passou a trocar o sábado pelo domingo.  Nada mais que UMA MENTIRA INFERNAL, pois está provado que pela existência do CONCÍLIO DE LAODICÉIA, OS CRISTÃOS GUARDARAM TODOS OS SÁBADOS ATÉ O ANO 364, PORTANTO 332 ANOS APÓS E RESSURREIÇÃO DE JESUS, quando, então foi completamente proibida a guarda do sábado a favor do domingo, sob decreto e de severos castigos, e até ameaça de excomunhão,   a qualquer cristão que teimasse em continuar com a guarda do sábado.

Sabe-se que o papado romano, antes de Napoleão ter fechado o Vaticano e encarcerado o Papa Pio VII, depois da morte dele, Napoleão, o clero católico tentou reativar a Pavorosa Inquisição, mas por conta do iluminismo, da descrença na tal excomunhão eterna, o mundo não permitiu.

As fontes sobre o resultado deste importante CONCÍLIO DE LAODICÉIA são extensas e não há como negar a autenticidade, apesar da ardilosa sagacidade dos papas romanos que negam a existência, tanto do Concílio de Toulouse, pelo qual foi criado a pavorosa Inquisição Católica, como também não consta em sua listagem o CONCÍLIO DE LAODICÉIA, que prova que os cristãos só passaram a guardar o domingo no lugar do sábado a partir do resultado desse concílio. 

Ainda bem que sempre tivemos a presença dos REMANESCENTES, aqueles realmente da Bíblia, somente da Bíblia, que praticaram a OBEDIÊNCIA a Deus Pai procurando guardar TODOS os seus 10 mandamentos:

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Além da História Universal, das grandes enciclopédias mundiais, há dezenas de autores que atestam a existência dos Concílios de Toulouse e de Laodicéia, não constantes dos 21 concílios católicos, exatamente por que a existência deles desmente a doutrina católica. Vamos a alguns deles:

A HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH:  Charles Joseph Hefele. Teólogo que exerceu a função de bispo em Rottenburg, Germany.
SANTOS E PECADORES. Eamon Duffy.
BABILÔNIA: A RELIGIÃO DOS MISTÉRIOS.      Ralph Woodrow. 
 OS PIORES ASSASSINOS E HEREGES DA HISTÓRIA.     Jeovah Mendes.1997.
O PAPA E O CONCÍLIO. DE TAYNE.            Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS.            Earle E Cairns.  1977.


Portanto, com todas as fontes existentes que provam a autenticidade do evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA, só podem ignorar os fariseus modernos e os hipócritas que se apegam mais à sua doutrina que à Palavra de Deus Escrita, cujo resultado desse concílio foi UMA TREMENDA AGRESSÃO A DEUS PAI, às suas leis que nunca mudam, a um Deus que declarou que ele não muda (Malaquias 3:6) pelo menos em suas promulgações à Humanidade, como jamais mudou em suas severas promulgações ao primeiro casal, que na época representava a Humanidade, pois os castigos respingam em nós outros até hoje, e mesmo com a Vida do Jesus do Amor, que se emocionava e até chorava vendo a miséria humana, mas por conta de um  Deus Pai que nunca volta atrás em suas promulgações, infelizmente nada pode fazer a respeito de pelo menos abrandar as dores do parto.

Mas por que isso? Por que o resultado do CONCÍLIO DE LAODICÉIA foi tão importante na vida do Cristão?  Havia décadas, antes do Concílio de Laodicéia, que os bispos de Roma tentavam se desligar completamente dos judeus, os “assassinos de Cristo”, e por isso mesmo pretendiam se desvencilhar do item mais importante que os incomodavam: o Sétimo Dia, o sábado sacratíssimo para os judeus.

Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”.  Hefele, Karl Joseph 1809-1893  HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318. 

Até Martinho Lutero herdou esse ódio contra os israelitas judeus, o povo de Deus:

A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  Fonte: John Hagee, Grande empreendedor para a união entre cristãos e judeus, em um de seus 21 livros escreveu a respeito de Lutero: ‘Should Christians Support Israel? página 167.

O professor de História Eclesiástica Edward Brerewood, do Gresham College, Londres, afirma:

“O sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador.” Fonte: “Learned Treatise of the Sabbath”, pág. 77.

O puritano William Prynne confessa francamente:

O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia, século Quarto, há certos respeitos como o que aboliu a sua observância. O Concilio de Laodicéia decidiu, em primeiro lugar, a observância do Dia do Senhor, no caso o domingo, e em seguida proibiu sob pena de maldição a observância do sábado judaico.”  Fonte:  “História dos Concílios”, par. 38, pág. 163, tudo isso para não se parecer, em nada, aos judeus. Assim o forte vínculo que o papado romano tinha com os judeus foi abolido, sob aplausos de Satanás. Que havia maquinado bastante para isso! 

William Prynne foi membro da Igreja Presbiteriana, estudou na Universidade de Oxford e atuou como advogado e escritor.  William Prynne  (1633). Dissertation on the Lord's Day Sabbath, p. 33-34, 44. Quote in: ANDREWS, J. N. (1862). History of the Sabbath and First Day of the Week, Batthe Creek, US-MI: Steam Press of the Seventh-Day Adventist Publication Association, part. II, p. 265;

Portanto, irmãos católicos, ortodoxos e evangélicos, DE NADA ADIANTA inventar o domingo no Evangelho, pois isso é uma grossa mentira.



Então vamos à Grande Mentira do tal domingo ser guardado pelos apóstolos no Evangelho, no os domingueiros se apegam apenas em suposições, sem fundo algum de Verdade Bíblica:

Ora, se a proibição de se guardar o sábado a favor do tal domingo SÓ ACONTECEU NO ANO 364 de nossa era, como os fariseus domingueiros podem alegar que aconteceu logo após a morte de Jesus?

Ora, se os domingueiros estivessem com a Verdade Bíblica, não haveria a necessidade de um Concílio Oficial para proibir o descanso aos sábados e perseguições aos desobedientes. 

Portanto, por mais que venham com “argumentos” a favor do tal domingo, tais como: Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:2, nada poderão com a Verdade do ano 364, pois só nesse ano o sábado foi rejeitado à força do meio cristão. 

Então,  como o próprio Evangelho revela que 
JESUS, SUA IGREJA, SEUS APÓSTOLOS E ATÉ A IGREJA DO APÓSTOLO PAULO SANTICAVAM OS SÁBADOS E JAMAIS UM SÓ DOMINGO, o sábado é para sempre.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista!  Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas com tantas Verdades indiscutíveis a favor do sábado?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Se os judeus encheram-se de inveja por ver quase toda a cidade a louvar os sábados  ao AR LIVRE, pois não caberia nem num grande templo, então não se tratava, indiscutivelmente de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

 A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”. 

 Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70/73, no episódio Massada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Então, entendam os irmãos que nós não colocamos acima apenas meras suposições, mas PROVAMOS, segundo a Palavra de Deus que tanto Jesus Cristo, sua Igreja. seus apóstolos e até décadas após a Ressurreição de Jesus o santo em vida apóstolo Paulo que falava e agia iluminado pelo Espírito Santo de Deus levando toda a sua Igreja, e quase toda a cidade a louvar aos sábados!

Está Escrito que o Senhor Deus nunca pode mudar em suas promulgações à sua Criação. A prova dessa Verdade é que em Gênesis, promulgou castigos a Adão e Eva com respingos do pecado deles em nós outros, e nem a Vinda do Jesus com a Boa Nova de Deus Pai, um Jesus da bondade, da misericórdia, que se emocionava, que até chorava vendo o sofrimento da miséria humana não conseguiu nem abrandar as dores do parto, porque sabia que Deus Pai nunca pode voltar atrás em suas promulgações, pois como dizem: palavra de Rei não volta atrás.  Vamos ver alguns versos onde Está Escrito que Deus nunca muda: Vejamos ele mesmo decretar isso:

“Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos”. Malaquias 3:6.  Mas o Aníbal pretende fazer Deus mudar....

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  1 Pedro 1:24.

Como o Senhor nunca muda em suas promulgações à Humanidade, quando ele manda escrever, é para sempre:

“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”.  Isaías 30:8.
Se as revelações que o Senhor mandou seus profetas escreveram são perpétuas, o que não dizer, então, do que o próprio Deus escreveu?   De tão importante que foi a promulgação de Deus à Humanidade, no Grandioso Evento Monte Sinai, o Senhor, pela primeira e única vez escreveu, pessoalmente, suas promulgações à Humanidade, fundindo nas Rochas Sagradas as leis os seus 10 Mandamentos que regulariam as relações dos homens para com ele (4 leis) e entre os próprios homens e mulheres (6 leis)

Quando acima eu me refiro à Humanidade, tanto no evento Adão e Eva quanto a Israel, aos israelitas?  Porque Está Escrito que Deus não faz distinção de pessoas, pois todos são iguais perante ele, por isso Adão e Eva representaram a Humanidade, e os israelitas da mesma forma, pois sendo o único povo de Deus na época, receberam, no Monte Sinai, as leis de Deus promulgadas, estabelecidas e propagadas para a HUMANIDADE. A Bíblia legitima minhas colocações:

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez! 


Vós, sim, que antes não éreis povo, agora são povo de Deus”.  I Pedro, 2.10. Agora não há mais distinção de pessoas, pois somos todos povo de Deus.

“Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito”. 1 Coríntios 12:13

Porquanto não há diferença entre judeu e grego;   porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Romanos 10:12

“Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas”. Romanos 2:11

“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”.   Atos 10:34    

O Senhor deixou revelado que no Evangelho os dois povos: nós outros e os israelitas se tornaram UM SÓ POVO:, pois ele removeu os obstáculos que nos separavam de Israel:

"Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; ederrubando a parede de separação que estava no meio".  Efésios 2:14.

Para sacramentar definitivamente o fato de que somos nós os verdadeiros herdeiros dos israelitas, aqueles mesmos que receberam as Rochas Sagradas das Leis, atestado pelo Espírito Santo:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas  e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”.  Atos dos Apóstolos 3:24 - 25.

Por isso, quando me refiro à Humanidade, estão inclusos os israelitas, hoje judeus e nós outros. E essas revelações arrasam as pretensões de todos os fariseus modernos, que para tentar fugir da obrigação de guardar o sábado santo e abençoado, retrucam que as leis do Monte Sinai foram dadas aos “judeus” e por isso “não temos obrigação de guardar”.

Para ressaltar, grandiosamente, o acontecimento no qual o Senhor Deus promulgaria suas Dez Leis à Humanidade, definitiva e perpetuamente, ele promoveu, como só ele poderia realizar, com Grande Pompa, um Evento absolutamente Incrível, Fantástico, Divino, Espetacular e até mesmo Aterrador, pois na preparação do GRANDE ACONTECIMENTO, que se daria no Monte Sinai, o Monte Sagrado, para a gravação das suas Dez Leis, o Senhor fez com que, por semanas a fio, o fogo e fumaça envolvessem todo o Monte, que vibrava intensamente por todo o tempo; os trovões e raios se repetiam estrondosamente e, para completar a grandiosidade do Espetacular Evento, os anjos de Deus tocavam as suas trombetas cada vez mais alto, enquanto Moisés jejuava por semanas, na preparação para merecer receber as Rochas Sagradas das Leis de Deus, diretamente dele:

“E aconteceu que, ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões e relâmpagos sobre o monte, e uma espessa nuvem, e um sonido de buzina (as trombetas dos anjos) mui to forte, de maneira que estremeceu todo o povo que estava no arraial.  E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte. E todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia grandemente. E o sonido da buzina (das trombetas dos anjos) ia crescendo cada vez mais;   Moisés falava, e Deus lhe respondia em voz alta. E, descendo o Senhor sobre o monte Sinai, sobre o cume do monte, chamou o Senhor a Moisés ao cume do monte; e Moisés subiu”.   Êxodo 19:16-20.    Detalhes mais que suficientes em meu blog:


Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, na sua Altíssima Sabedoria e Perfeição, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, como mostra o verso acima, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um Monte, como vimos, num espetáculo absolutamente  indescritível, leis registradas não nos papiros que se dissolvem, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas  com o fogo de seu olhar para que nunca se apagassem, para que nunca pudessem ser "lixadas", todas as suas leis, DEZ, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações,  pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.

Notaram a maravilhosa sabedoria do Senhor Deus? Fez tudo perfeito para que sua Criação vivesse num Paraíso de Glória, ainda enquanto aqui  na Terra, pois cercou-a com toda a atenção e cuidado mas, infelizmente, por conta de o homem ser dotado da autonomia de procedimentos, o tal livre arbítrio, esse Paraíso nunca existiu depois de Adão e Eva por conta da DESOBEDIÊNCIA A DEUS e, ainda hoje, vivemos uma geração cuja sociedade visivelmente se corrompe cada vez mais, progressivamente, mesmo devagar para não assustar, segundo a astúcia de Satanás, o Adversário do Criador.


Segundo as Escrituras, as duas principais condições divinas para a Salvação na Eternidade são duas:

A primeira é a OBEDIÊNCIA A DEUS. Já coloquei que o Senhor arrasou com 11 das 12 tribos de Israel, porque passaram a frequentemente DESOBEDECER A DEUS.

No encontro de um jovem muito rico com Jesus, esse lhe perguntou como faria para se salvar. Jesus lhe respondeu que em primeiro lugar ele teria de obedecer aos mandamentos de Deus Pai, e em segundo lugar, complementando os merecimentos para a salvação, o jovem rico teria de servir ao seus semelhantes a ponto de dividir com eles os seus bens, mesmo porque os que tem muito e não dividem se afastam da salvação, pois amam mais ao ouro que a Deus e aos semelhantes. Mas detalhes em meu blog:

    http://oexemplodojovemrico.blogspot.com.br/ Se não abrir, copiar o http e colar no navegador

É facílimo desmentir  o tal Aníbal, pois contra ele as Escrituras revelam que o Senhor Deus exige a Guarda de TODOS os seus mandamentos:

Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15 

Notem bem o importantíssimo detalhe no verso acima: o Senhor Deus Pai ordena a guarda de TODOS os dez mandamentos, não os noive dos evangélicos ou os oito dos católicos e ortodoxos

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

Você escolhe permanecer com a Bênção ou com a Maldição. Fica tudo por sua conta. Você é livre para escolher. Se optar pela Bênção procure obedecer a Deus em todos os seus Dez Mandamentos, porque se você se propuser a guardar apenas nove e vier a faltar com UM, não terá bênção alguma por aqueles nove, pois continuará na maldição do pecado.  Vejamos a Palavra de Deus a respeito:

“Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11

O Senhor Deus promete até saúde a todos os que guardam TODOS os seus mandamentos:

“E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara”.Êxodo 15:26

. “Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15

Está Escrito abaixo que a primeira condição para se alcançar as bênçãos de Deus, tanto na Terra, quanto no Reino de Deus, segundo ele, é a observação de TODOS os seus Mandamentos do Decálogo. Vejam que é o Senhor que exige TODOS, e não os oito mandamentos do catolicismo e dos ortodoxos, como também os nove dos evangélicos.  Se o Senhor disse TODOS, têm de ser TODOS e ponto final, pois o resto são doutrinas sem fundamentos na Bíblia.

O Senhor convoca o seu povo a guardar TODOS os seus 10 mandamentos e se na época o seu povo consistia somente dos israelitas e, assim, é certo que os mandamentos foram promulgados a eles, contudo, assim como Adão e Eva representaram a Humanidade, pois os castigos contra eles respingaram em nós outros, assim também os israelitas representavam a Humanidade. E essa condição está perfeitamente legitimada no Evangelho, pois Está Escrito que somos os legítimos herdeiros de Israel; que hoje somos um só povo de Deus; que a parede que nos separava de Israel FOI DERRUBADA; que hoje somos HERDEIROS de Israel.  Sobretudo, tanto no Antigo Testamento quando no Novo, Está Escrito repetidamente que Deus não faz distinção de pessoas e que por isso todos somos iguais perante ele.

Então essa história tola de que as leis do Monte Sinai foram dadas exclusivamente aos israelitas é absolutamente tola, sem nexo.

“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15

“Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20. 

Agora vamos aos besteiróis daqueles pobres de espírito, sem conhecimento bíblico, ás vezes até os eu se dizem pastores, mas interpretam o Evangelho ao avesso, também ao avesso a Carta aos Gálatas, ao afirmarem que Jesus pregou na cruz as leis; outros que repetem que não estamos mais debaixo das maldições da lei; outros ainda que afirmam que Jesus veio e cumpriu as leis por nós e por isso não temos mais obrigação de cumprir:


Vamos ver as respostas bíblicas a tais tolices:

O SÁBADO TAMBÉM NO EVANGELHO:

Na sua primeira pregação de Jesus à Humanidade, também sobre um Monte, ele bradou:

“Não penseis que vim revogar as leis, pois vim para cumpri-las. Passarão os Céus e a Terra antes que das leis se consiga retirar um só til. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”.      Mateus 5:17 a 37.  Os considerados menores na Terra não alcançarão o Reino de Deus.

Mais Jesus a respeito das leis. No Evento Jovem Rico Jesus citou vários dos mandamentos para deixar bem claro que se referia ao Decálogo do Monte Sinai.  O Apóstolo Paulo fez igual.

Jesus revelou que o sábado foi criado para o homem (homem e mulher):

“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas num sábado (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

 Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:– maior que Abraão (João 8:57) maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.

Quando os  fariseus acusaram Jesus de violar os sábados, ele respondeu que apenas APARENTAVA isso:

Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.  Jesus, em João 7:23 a 24

Sabe quem acusava Jesus de violar os sábados? Segundo o próprio Jesus ERAM OS FILHOS DO DIABO. Hoje, também, todos aqueles que afiram que Jesus trabalhava aos sábados desrespeitando-o, violando-o é, também, um Filho do Diabo da separação.

“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   João 8:44-47

“E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.   Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber?   E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?”.    Lucas 13:14-16

“E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados?  E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará?   Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados.  Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra.  E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem”.  Mateus 12:10-14

“E os escribas e fariseus observavam-no, se o curaria no sábado, para acharem de que o acusar.  Mas ele (Jesus) bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé.   Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?   E, olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra.  E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus”.  Lucas 6:7-11

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”. Jesus, em Marcos 7:9

Não dizem que um bom exemplo vale mais que mil palavras? À vezes muito mais de mil, então vamos as claríssimos exemplos de Jesus, também de sua Igreja antes e depois da Ressurreição santificando os sábados santos, solenes e benditos, criados ainda na Fundação do Mundo e estabelecidos por Deus Pai como UM SINAL entre ele e a humanidade:

“Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20. 

Jesus e sua Igreja se mostrando santificando os sábados PARA NOS DEIXAR COMO EXEMPLO, pois tudo o que Jesus disse e fez foi para nos deixar como exemplos:
“O sábado foi estabelecido por causa do homem...”  Jesus, em Marcos 2:28.

Inicialmente, vejamos apenas uma parte dos exemplos citados acima: a Igreja dos tempos de Paulo, décadas após a ressurreição Jesus, coerentemente santificando os sábados do Senhor:

  “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

“Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”.      Jesus, em Mateus 5:18-19, promulgando novamente o Decálogo de Deus também no Evangelho.

“E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos”. Êxodo 20:6

 Todas as colocações bíblicas aqui inseridas que legitimam meus argumentos foram copiadas da tradução original de João Ferreira de Almeida, aliás, excelente! Ela é aceita pelos pastores evangélicos e respeitada pelos outros seguimentos cristãos. https://www.bibliaonline.com.br

Por que tanta preocupação e zelo em defender o Sábado Santo do Senhor Deus? Ora, porque é certo que assim como os ortodoxos no Cisma, também os protestantes na Reforma embarcaram na canoa furada do domingo, instituído pelo papado romano do engano satânico que, além do Segundo Mandamento, adulterou, também, em suas doutrinas, o Quarto Mandamento, instituído pelo Criador na Fundação do Universo, como veremos abaixo com suficientes provas bíblicas imunes a qualquer contestação honesta.

Os evangélicos e seus pastores sempre acusaram o clero católico de praticar a idolatria iconolátrica ao corromper, em sua doutrina, o Segundo Mandamento do Decálogo que proíbe a fabricação e culto às imagens e às figuras das coisas do Céu e da Terra, mas, estranhamente, as congregações evangélicas (quase todas) incrivelmente aceitando o grande erro dos papas, agem da mesma forma e com a mesma culpa adulterando, também, em sua doutrina, o Decálogo em um dos mandamentos mais amados de Deus (como veremos) e, para tentar legitimar o tal domingo como “substituto” do sábado, ardilosamente, distorcem o Evangelho fazendo de tudo o que podem e mais um pouco ainda para que a Palavra Escrita tente adaptar-se à sua doutrina do domingo. Assim agem, também, católicos e ortodoxos -, também fugindo da Verdade bíblica!  O Clero reconhece sua culpa na exclusão do sábado ao impor sua insólita doutrina:

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.  Detalhes suficientes com fontes históricas ao final desse escrito.

Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366. 
E têm filhos do diabo que fazem de tudo o que podem para corromper esses claros preceitos que nos mostram a Igreja Primitiva santificando os sábados e NUNCA um domingo. Mas o castigo para eles será terrível, pois não se pode zombar de Deus impunemente!


Se fosse possível banir as Dez Leis no Evangelho - ou mesmo uma só delas -, por que as Escrituras nos revelam que no Grande Dia de Jesus a imponente Arca da AliançaSagrada, que guarda as duas pranchas das Rochas das Leis de Deus, será retirada do Tabernáculo Celeste e será exibida ostensivamente a todas as nações da Terra (Apocalipse 11:19)? 

Por que Deus Pai promoverá cerimônia tão solene e grandiosa frente aos povos de todos os tempos se Jesus tivesse pregado as leis da Arca da Aliança na cruz, ou apenas uma ou duas delas todas, deixando-a vazia, incompleta, adulterada ou aleijada? O que há na Arca da Aliança mais importante que as Rochas das Leis? Certamente o bastão de Arão  ou o Maná é que não são!

Se as leis pudessem ter sido “apagadas” por Jesus ou uma só delas, por que o maior dos profetas: Moisés, que tem tudo a ver com as Leis de Deus do Monte Sinai, será o único deles a ser homenageado no Grande Dia de Jesus, quando seus eleitos, vestidos de branco, solenemente cantarão Hino de Moisés (Apocalipse 15:3)? Pergunto: Por que Deus Pai profetizou que vai honrar solenemente o Profeta do Decálogo frente a todas as nações da Terra - certamente desde Adão e Eva -, se o Filho tivesse “anulado as leis” como querem os fariseus?

Assim Moisés escreveu este cântico naquele dia, e o ensinou aos filhos de Israel. Deuteronômio 31:22

E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos. Apocalipse 15:3

Para encerrar o assunto: O sábado também no Evangelho, há um fato não notado pela grande maioria, tanto ortodoxos, católicos e até evangélicos que por si só anula qualquer pretensão, mas qualquer mesmo, de que os cristãos após a ressurreição de Jesus guardavam o domingo.  E para quem não é um fariseu, mas procura a Verdade de Deus doa a quem doer, só esse fato que vou relatar, não haverá necessidade de mais nada para entender que o SÁBADO É PARA SEMPRE. Prestem muita atenção:

Vamos a mais uma das provas concretas e contundentes que revelam que os cristãos santificavam os sábados, mesmo décadas após a ressurreição de Jesus - e por isso esse procedimento continuou por séculos até a agressão contra o santo sábado pelos servos de Satanás, os papas romanos, bestas e anti-cristos -, basta uma breve meditação para concluir tal Verdade em duas situações fundamentadas no alto respeito que os judeus tinham e têm pelo sábado:

Os judeus fariseus e príncipes do templo se escandalizaram com os apóstolos de Jesus até pelo insignificante fato de comerem sem que antes lavassem as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho (Mateus 15:2). Ora, vamos meditar: Se os fariseus protestaram publicamente por tão pouco e isso ficou devidamente registrado no Evangelho, imagine o barulho, a confusão, os fortes protestos, a revolta e até violentas perseguições, possivelmente até mortais contra apóstolos de Jesus, inclusive contra Paulo, se eles tivessem induzido os fiéis de Jesus – parte predominante israelita - a trocarem o sábado pelo domingo! Mas o Evangelho não registrou absolutamente nada a respeito disso e basta apenas essa Verdade para se ter a certeza de que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como o Dia do Senhor!

O apóstolo Paulo foi gravemente acusado pelos judeus fariseus que o perseguiram de morte, foi chicoteado por cinco vezes, espancado e apedrejado até ser julgado morto (Atos 14:19). Tudo isso aconteceu porque Paulo foi acusado de desrespeitar as principais leis antigas das tradições israelitas (citadas aqui), mas Paulo jamais foi acusado de violar um só dos Mandamentos do Decálogo, principalmente o Mandamento do Sétimo Dia, de outra forma isso tudo estaria explícito no Evangelho de forma bem explicativa e consistente, assim como foi registrado o fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos. Estaria registrado Paulo abominando os sábados e enaltecendo os domingos! Então, como está colocado no início desse Tratado, Paulo e os membros da Igreja de Jesus santificavam os sábados e jamais domingo algum como querem a maioria dos católicos, ortodoxos e evangélicos.

“Acudi homens israelitas; este é o homem que por todas as partes ensina a todos contra o povo e contra a lei, e contra este lugar; e, além disto, introduziu também no templo os gregos e profanou este santo lugar”. Atos 21:28 que revela os protestos dos fariseus contra Paulo que não se ligava e combatia as leis e tradições antigas que não tiveram lugar no cristianismo, pois só vigoraram até João.

Com respeito a não haver uma só linha no Evangelho a respeito da troca do sábado santo pelo domingo (impossível), um cardeal católico tentou dissuadir-me “explicando”, na sua débil sabedoria (como sempre acontece com os clérigos católicos) que os apóstolos guardavam o domingo em segredo, com medo da revolta dos fariseus e outros da tradição israelita. Respondi a ele que a sua conclusão era a mais tola, ridícula e infeliz possível, pois Está Escrito que depois que os apóstolos receberam o Espírito Santo de Deus ficou provado que o medo nunca mais fez parte da vida deles e, por isso mesmo, onze deles aceitaram ser supliciados por amor a Jesus. Ora, vejam só: um cardeal católico colocando medo nos apóstolos, como se o Espírito Santo de Deus tivesse falhado!

Irmãos, só esse prefácio que escrevi basta para anular completamente todas as colocações do tal Aníbal que defende um domingo que nunca existiu no Evangelho, nem com meras suposições, mas mesmo assim vou responder item a item abaixo.
Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam modificados.

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Como coloquei, mesmo criando o prefácio que anula todas as pretensões do Aníbal, inimigo do sábado, vou continuar respondendo verso a verso abaixo:


(Os textos em vermelho são escritos do Dr. Anibal).

O Pai instituiu o Sétimo Dia ainda na Criação, logo após ter criado o homem (a mulher). Por isso mesmo, o Filho decretou que O SÁBADO FOI ESTABELECIDO PARA O HOMEM. Marcos 2:28, e como no Evangelho há 10 alusões ao sábado valendo, também, no Evangelho, como não poderia deixar de ser, o Sétimo Dia é para sempre, mas o Dr. Anibal Pereira dos Reis “extinguiu” o sábado no Evangelho.

 “Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus”.   Hebreus 4:9.

“Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu entendimento”. Isaías 40:28

Parte integrante do regime de sombras e das figuras do Velho Testamento, o sábado estava fadado a ser abolido com o aparecimento da Realidade em Jesus Cristo, porquanto a Nova Aliança em Jesus Cristo ultrapassa a Antiga Lei.

Não concordo. Por que na Nova Mensagem o SÁBADO TERIA DE SER ABOLIDO? Onde o Aníbal encontrou essa revelação?  NÃO EXISTE! Ao contrário, o sábado foi sacramentado no Evangelho quando, em sua primeira pregação à humanidade, Jesus bradou que podem passar os Céus e a Terra, antes que das leis se consiga retirar um só til, e a lei do sábado tem 433 caracteres.  Para não deixar dúvida alguma que Jesus se referia ao Decálogo como um todo, basta seguir Mateus 5:17 a 38 para ter a certeza disso, sobretudo porque Jesus ainda AUMENTOU os graus de dificuldade de TRÊS dos mandamentos do Decálogo.  

Então, em o Nome de Deus, eu nomeio como fariseus hipócritas todos aqueles que atentam contra o Decálogo no Evangelho. Alguns, reiteradamente teimosos e hipócritas que cantam, a favor de suas doutrinas, um domingo que Não Está Escrito que veio a substituir o Dia do Senhor. Jesus nomeou como  filhos do Diabo os fariseus que, apenas pelo fato de ele, Jesus, realizar milagres também no sábado, o acusaram de VIOLAR  o Sétimo Dia Deus Pai, e isso se aplica aos hipócritas de hoje que pretendem “extinguir” esse sagrado.

“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   João 8:44-47

O Criador não instituiu o sábado para ele descansar, pois é impossível que ele se canse, portanto, estabeleceu o sábado para o descanso do homem.

“Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga?”. Isaías 40:28


No contexto da vigência da Lei os judeus viviam debaixo da sombra dos bens futuros (cf. Hb 10.1). Ao consumar no calvário a obra objetiva da Redenção, Jesus Cristo, Luz do mundo, extinguiu todas as sombras e n’Ele se consumaram todas as figuras.

Vamos a Hebreus 10:1 citado:

“Porque a lei, tendo a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, não pode nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem de ano em ano, aperfeiçoar os que se chegam a Deus”. 

Absolutamente nada em Hebreus 10:1 que desmereça o sábado perpétuo de Deus, muito menos que o “extinga”. Sobretudo, o verso que o Aníbal colocou se refere às leis antigas, dos sacrifícios de animais, que não tiveram lugar no Evangelho, pois Está Escrito que só vigoraram até João (Batista)  Lucas 16:16. 

Extintas as sombras e consumadas as figuras, o sábado também caducou porque das sombras e das figuras faziam parte.
Com efeito, dentre as figuras e sombras se destacavam no Antigo Testamento, os dias das solenidades judaicas.

Repito: Absolutamente nada em Hebreus 10:1 que desmereça o sábado ou que seja extinguido, como quer o Dr. Anibal.

Essas solenidades se encontram discriminadas em Lv23: “Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As solenidades do SENHOR, que convocareis, serão santas convocações; estas são as minhas solenidades:” (v 2.)
•           O SÁBADO (v.3),
•           A páscoa (vv. 4-8),
•           As primícias (vv. 9-22),
•           A dos tabernáculos (vv. 24, 34-36, 39-43),
•           O dia da expiação (vv. 27-32).
“ESTAS SÃO AS SOLENIDADES DO SENHOR” (vv. 4 e 37)

Vamos a Levítico capítulo 23, versos iniciais:

Depois disse o Senhor a Moisés:  

“Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, que proclamareis como santas convocações, são estas:   Seis dias se fará trabalho, mas o sétimo dia é o sábado do descanso solene, uma santa convocação; nenhum trabalho fareis; é sábado do Senhor em todas as vossas habitações”

Ora, Levítico nada mais fez que legitimar o santo e bendito sábado de Deus. Mais um fora do Dr. Anibal.

É notável a inclusão do sábado semanal (v. 3) entre as solenidades cerimoniais. Solenidades sombras e figuras da Verdadeira Realidade. E entre as sombras e figuras, já na instituição das solenidades, o sábado é incluído como prefigurativo.

Tenha Paciência, quanta enrolação. O Dr. Anibal. O sábado NUNCA FOI SOMBRA, pois o mesmo Jesus o legitimou ao guardar o sábado e a apregoar que O SÁBADO FOI ESTABELECIDO POR CAUSA DO HOMEM.  Marcos 2:28. Cadê as sombras, Dr. Aníbal?

Posteriormente Oséias (2.11) prediz a abolição de todas as solenidades, incluindo, é evidente o sábado hebdomadário por ser também cerimonial como as demais festas: “E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas solenidades.”

Eu atesto, em o Nome de Deus que esse tal Dr. Anibal é muito fraco em interpretações bíblicas e declaro ser até ridículo, e assim não tem condições de interpretar a Palavra de Deus, pois não sabe nem concluir que Oséias e Isaías formam UM DESABAFO DE DEUS, pois ele, o Senhor, JAMAIS TEVE A INTENÇÃO DE ABOLIR O SÁBADO, NOMEADO POR ELE COMO SANTO E BENDITO E INSTITUÍDO COMO UM SINAL ENTRE ELE E A HUMANIDADE, pois Está Escrito que ele NUNCA MUDA em suas promulgações, e  as Dez Leis do Monte Sinai foi a sua MAIOR PROMULGAÇÃO.

Pergunto ao Aníbal: Se o Senhor Deus, em Oséias 2:11 e em Isaías 1:11 a 15, segundo o Senhor, o sábado estaria extinto, como Deus poderia querer ou ter abolido os sábados se, logo depois, NO MONTE SINAI, ele cravou o QUARTO MANDAMENTO nas Rochas Sagradas das Leis para que nunca se apagasse? Por isso que atesto a fragilidade interpretativa das Escrituras por esse pobre Dr. Anibal. Como Deus Pai teria extinguido o sábado em Oséias e depois o promulgado e propagado no Monte Sinai?

O anúncio profético de Oséias se cumpriu em Jesus Cristo e, por isso, no Novo Testamento se encontra um texto afim, isto é, sobre o mesmo assunto, do texto do profeta.

Errado, novamente, DR. Aníbal, Nenhuma relação há, no Evangelho, a respeito da abolição do Sábado, ao contrário, há no Evangelho DEZ alusões sobre a validade perpetua do sábado. Veja:

Marcos 2:28   Lucas 4:16  Lucas 23:55  Mateus 24:20   Atos 16:13   Atos 13:41  Atos 18:4  Atos 1:2  Hebreus 4:4 e em Mateus 5:17 onde Jesus integra o sábado no Decálogo ao bradar que poderão ser destruídos o Universo Inteiro antes que se possa retirar um simples til das leis de Deus Pai

A respeito, há tempos elaborei um blog a respeito de Colossenses:


Com efeito, Paulo Apóstolo aos crentes de Colossos recomenda cuidado para que não se tornem presas dos pregadores de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo. “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos DIAS DE FESTAS, ou da LUA NOVA, ou dos SÁBADOS, Que são SOMBRAS DAS COISAS FUTURAS, mas o corpo é de Cristo.”

Terei de ter paciência com as tolices escritas por esse Dr. Anibal. Vamos ao verso original, Colossenses 2:16:

“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados”.  Colossenses 2:16.

O pobre Aníbal não tem sabedoria nem para  entender que o apóstolo Paulo estava apenas DESABAFANDO, copiando o Senhor Deus em Isaías e Oséias. Vejamos

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? -- diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue”.  Isaías, 1.11 a 15.

Ao citar Colossenses 2:16, o apóstolo Paulo (que levava quase toda a cidade a louvar aos sábados Atos 13:41) estava apenas desabafando junto àqueles que, assim como um grupo rebelde de Gálatas, pretendia ver como úteis as ordenanças que cercavam o sábado pela tradição israelita, pois aos sábados não se podia dar muitos passos; não se podia alimentar os animais, não se podia nem acender o fogão da cozinha e nem mesmo levar uma pessoa doente a um clínico. ESSA ERAM AS CARGAS PESADAS pelas quais foram acusados os fariseus e os príncipes do templo: Colocavam cargas pesadas nos ombros do povo, mas eles mesmos de desviavam dessas incomodidades:   Confira:



Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e fariseus.    Portanto, tudo o que vos disserem, isso fazei e observai; mas não façais conforme as suas obras; porque dizem e não praticam.   Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; mas eles mesmos nem com o dedo querem movê-los”.   Jesus, em Mateus 23:2

Portanto, nada a ver a respeito de Paulo abolir qualquer das leis de Deus. Vamos ver o que Paulo revelou a respeito das leis do Decálogo?

A Hora da Verdade do apóstolo Paulo: Principalmente na Carta aos Gálatas, ele abominava as leis que só vigoraram até João, mas quanto às leis do Decálogo, se confessa escravo delas:

 “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.
“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo,  justo e bom”. Romanos, 7:12.

O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto,  sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei pelo Senhor Deus; não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!

Então, pobre Dr. Anibal que nem sabe raciocinar e nem faz conta do Conteúdo Por Inteiro de certos versos, que por isso mesmo o verso fica corrompido.

Completando a respeito de Colossenses 2:16. Paulo fez-se entender aos judeus ainda apegados à sua antiga tradição - uma parte deles rebelde ao cristianismo verdadeiro, assim com uma parte dos Gálatas -, que ninguém poderia julgar um cristão pela não observância das ordenanças que cercavam os sábados, como também as que cercavam as festas de Lua Nova. Assim, nenhum cristão ou judeu poderia ser julgado por desrespeitar as duras tradições, regulamentos ou ordenanças e até as cargas pesadas – denunciadas por Jesus em Mateus, capítulo 23 - que giravam em torno do sábado dos profetas até João (Lucas 16:16). Por essas ordenanças antigas, aos sábados não se podia dar muitos passos, nem acender o fogo na cozinha, nem fazer qualquer tipo de esforço físico tal como levar alguém a um médico, e se alguém fosse flagrado trabalhando aos sábados, esse poderia ser julgado e até morto, como tentaram matar Jesus (leis escravas e mortais).

Estas Escrituras, a de Oséias e a de Paulo, a primeira anunciando a futura abolição do sábado e a segundo o fato consumado da extinção dele, merecem, por serem de suma importância, exame detido e pormenorizado.

Nossa pesquisa, destituída de qualquer juízo preconcebido, é feita em oração e com propósito de submissão incondicional à Vontade Soberana de nosso Deus.
E o nosso desejo ardente é de que os nossos leitores, também em oração e sem quaisquer preconceitos sectaristas, examinem este capítulo, lendo outrossim os textos das Escrituras aqui mencionados.

Dr. Anibal, Onde Está Escrito que o apóstolo Paulo excluiu o sábado do Evangelho, fazendo de Jesus e do Espírito Santo reles incoerentes:

Se Paulo, colocado acima, declarou-se ESCRAVO das leis, e que as leis foram feitas para obediência a TODAS AS NAÇÕES, é certo que o sábado está intrínseco. Sobretudo, não dizem os sábios que um exemplo vale mais que mil palavras?  Então vamos aos exemplos do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, santificado o sábado e LEVANDO QUASE TODA A CIDADE A LOUVAR AOS SÁBADOS:


“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

As mulheres sempre trabalhavam, mas no sábado horavam os sábados do descanso de Deus Pai.

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. Isso não poder ser negado!

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois, pela sua tradição, os judeus jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo jamais aceitariam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas principalmente aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás, segundo o Apocalipse 13:7

1) – Na Escritura de Oséias leio “SEUS SÁBADOS”.

Em outras passagens encontro o Senhor aludindo a esse dia da semana com o pronome possessivo na primeira pessoa: “MEUS sábados” (cf. Ex. 31:13; Ez. 20:12, 13, 16, 20, 21; 22:8, 26. 23:28). “MEUS sábados”, disse Deus, por serem eles “DO SENHOR” (cf. Lv. 23:3; Dt. 5:14).

Nada a ver. Os fariseus e hipócritas que pretendem acabar com os sábados de Deus, mas esse dia santo e bendito foi CRAVADO PESSOALMENTE por Deus Pai  nas rochas duras para que nunca se apaguem. Mas ignorando essa Verdade, os fariseus modernos, no caso aqui do tal Aníbal, ficam a buscar e a rebuscar nas Escrituras e como não encontram textos satisfatórios a seu favor, buscam  tolices, tais como “meus sábados” “teus sábados” que não conseguem atentar minimamente contra o sábado solene, santo e abençoado de Deus, o SEU MANDAMENTO MAIS AMADO, por isso mesmo foi instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que não faz distinção de pessoas, pois todos são iguais perante ele
.
O profeta Oséias, contudo, diz: “SEUS sábados”.

O pronome possessivo, embora em ambos os casos esteja no plural, encontra-se em diferentes pessoas.
Por que?
Será que ao dizer “MEUS sábados” Deus aludia ao sábado semanal e ao dizer Os. 2:11 “SEUS sábados” se referia ás festas anuais?

Não interessa sábados anuais, pois o que me importa grandiosamente, é o SÁBADO FUNDIDO NAS ROCHAS SAGRADAS DAS LEIS, para obediência de todas as nações, assim como escreveu o apóstolo Paulo. O resto são enganações e enrolações do Aníbal..

De certa feita, ao apresentar a um guardador do sábado esses dois textos (Os. 2:11 e Col. 2:16-17), ele se explicou: ‘Essas passagens não afirmam a extinção do sábado semana, mas sim a abolição das festas anuais, que eram cerimoniais. O sábado semanal é do Senhor e, por isso, nos encontramos a locução “MEUS sábados” e as festas anuais designadas de “SEUS sábados” porque estes eram simplesmente cerimoniais. Estas festas, chamadas por Os. 2:11 de “SEUS sábados” é que foram peremptas.’

Explicação confusa do Dr. Anibal que não afeta, nem extingue o sábado do Monte Sinai. Quanta enrolação!

Com esta explicação daquela pessoa observante do sábado hebdomadário, fui examinar as Escrituras. Confesso com sinceridade: fui examina-las sem o propósito de desfazer a explicação dada. Desejava confirmá-la a fim de seguir com toda a fidelidade os ensinamentos da Palavra de Deus.

Novamente confusa. Afirmar que busca a FIDELIDADE à Palavra de Deus é o fim da picada, como está em sua pobres colocações que nem de longe conseguem LIXAR das Rochas Sagradas das Leis de Deus o Quarto Mandamento, no qual começa com uma ORDEM de Deus a todos os que almejam a salvação:

"Lembra-de do sábado para o santificar...". O mandamento do sábado é o preferido do Senhor Deus porque é o único dos mandamentos nomeado por ele como SANTO E BENDITO, e o que o Senhor abençoa é para sempre. No mais, o Senhor elevou o sábado como UM SINAL entre ele e a Humanidade, pois não faz diferença de pessoas ou de raças.


“Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20.  

Meu estudo meticuloso me levou à conclusão de ser impossível a inviável o argumento do orientador sabatista.
Efetivamente, o uso de pessoas diferentes nos pronomes possessivo: MEU e SEUS naquelas locuções não invalida a profecia de Os. 2:11 quanto à abolição do sábado semanal.

Já respondido acima que em Oséias e Isaías quanto a festas de Lua Nova ou sábados tornou-se apenas um desabafo de Deus, irado com o povo teimoso de Israel, mas o pobre Aníbal insiste em traduzir como se o Senhor Deus estivesse abolindo o sábado, para depois fundir nas Rochas Sagradas o mesmo sábado que “extinguido”. Mas que falta de raciocínio! Mas quanta enrolação; Meus sábados e teus sábados só serve para confundir os incautos.  Veja, na falta de argumentos sólidos que pudessem desmentir Jesus quando bradou que O SÁBADO FOI CRIADO PARA O HOMEM, ele fica enrolando com Meus sábados e Teus sábados, argumento sem consistênciaD

Carece de sentido e falta de base para a explicação de que a locução: “MEUS sábados” porque o pronome possessivo MEUS está na primeira se refere aos sétimo dia da semana e a locução: “SEUS sábados” de Os. 2:11 porque o pronome possessivo SEUS está na terceira pessoa se relaciona com as festas anuais, por serem sábados figurativos.

Novamente usando Oséias erradamente para tentar extirpar o sábado sagrado e o mais amado do Senhor Deus no Evangelho.

Nas Sagradas Escrituras encontrei QUATRO razões que me levaram a repelir a “explicação” do meu amigo praticante do sábado.

PRIMEIRA

Se o sábado é o SINAL de uma aliança, ou pacto entre Deus e o povo israelita atribui-se-lhe, logicamente, o aspecto de bilateralidade. Concerto ou aliança é um contrato. E todo o contrato é bilateral, isto é, exige o cumprimento de condições para ambas as partes concertantes ou contratantes e concede regalias a ambas também. Então a Aliança ou Concerto pertence a Deus e a Israel. É de Deus e do povo.
Quando alguém aluga uma casa faz com o locador (proprietário) um contrato (uma aliança) verbal ou escrito.

Nessa aliança há obrigações e direitos para as duas partes contratantes: o locador e o locatário.

O imóvel, de direito, continua propriedade do locador, mas, na vigência da locação, o inquilino considera a casa como sua, também de direito. Então, o proprietário, quando conversa com o seu inquilino ou com outra pessoa acerca daquele imóvel, pode dizer: MINHA casa e SUA casa.

Circunstância semelhante ocorre com o sábado hebdomadário, o “SINAL” entre Deus e o povo Israel. Era do Senhor e era dos judeus.

Nada aqui contra o Sábado e não precisava se alastrar tanto para fazer-se entender que o “sábado perpétuo de Deus foi abolido” ou extinguido.

Quanto a UM Sinal que ele disse pertencer somente a Israel, já coloquei acima MUITAS revelações bíblicas que solidificam que Israel e nós outros somos todos iguais e que herdamos o legado de Israel, tanto nas bênçãos quanto nas obrigações; Portanto, o pobre Anibal continua sua missão impossível: Lixar das Rochas Sagradas das Leis o mandamento do sábado ESCRITO PELO PRÓPRIO CRIADOR!

SEGUNDA

Em Lev. 23 encontro o sábado semanal incluído entre as solenidades do Senhor: “estas são as MINHAS solenidades” (v. 2):
O sábado hebdomadário (“sábado do SENHOR”) v. 3
E as festas anuais (vv. 4 ss).
Estas solenidades todas, inclusive o sábado semanal, nos vv. 4 e 37 são chamadas de “solenidades do Senhor”.
No v. 2 Deus designa todas as solenidades: o sábado semanal e as festas anuais com o pronome possessivo na primeira pessoa “MINHAS solenidades”.
Os sábados prefigurativos (as festas anuais) foram também cognominadas por Deus de propriedade d’Ele, valendo-se da primeira pessoa no possessivo.
Se as festas anuais são prefigurativas e, portanto, cerimoniais, o sábado semanal também o é. Por conseguinte também ele é cerimonial e sujeito à caducidade, à abolição como sombra dentre as outras sombras ritualística judaica.

Meu Deus, são tantas as colocações confusas na tentativa da abolição dos sábados que até fogem do contexto. Eu admiraria o Dr. Anibal se ele conseguisse provar que Deus se enganou ao fundir nas Rochas Sagradas das Leis o Quarto Mandamento, E ONDE ESTÁ ESCRITO NO EVANGELHO QUE A PARTIR DA RESSURREIÇÃO DE JESUS O SÁBADO JÁ ERA!

Amaria que o Dr. Anibal conseguisse explicar que um Deus que nunca muda em suas promulgações à Humanidade, como não mudou nas promulgações ao primeiro casal que ali representava a Humanidade, mesmo porque, nós outros da Humanidade, ainda sofremos os respingos dos castigos ao primeiro casal, mudaria sua  Promulgação no Monte Sinai por conta da Ressurreição de Jesus ao “trocar o domingo pelo sábado”, ingressando, ele, o Senhor numa tremenda incoerência. Ora, Dr. Anibal, se o Senhor conhece o futuro, pois ele mesmo o cria, COMO SERIA POSSSÍVEL A UM DEUS PERFEITÍSSIMO, SAPITENTÍSSIMO E COERENTÍSSIMO CRAVAR NAS ROCHAS SAGRADAS DAS LEIS UM MANDAMENTO QUE SERIA “LIXADO” EM SEGUIDA?

Eu pergunto e eu mesmo respondo: Claro que não, pobre Aníbal, pois a “mudança” do sábado para o domingo foi uma OBRA DE SATANÁS que venceu os santos vivos (Apocalipse 13:7), que, usando o papado romano, seu servo bem definido, a cada concílio católico, também pelo ódio que sempre manteve contra os judeus, foi desmerecendo vagarosamente o sábado nosso e judaico, e exaltando cada vez mais o tal domingo, a ponto de em 364, pelo Concílio de Laodicéia completar a vontade de Satanás promulgando oficialmente que a partir dali era absolutamente proibida a guarda dos sábados a favor do domingo e ainda ficou decretado PERSEGUIÇÕES A TODOS OS QUE TEIMASSEM EM GUARDAR OS SÁBADOS. Ainda bem que havia os REMANESCENTES, aqueles aos quais Jesus afirmou que todos os dias estaria com eles.

Entendeu? Dr. Anibal? Era isso tudo que gostaria de ver como você faria para negar a História e as Escrituras.

TERCEIRA

Se o sábado  semanal é uma prescrição moral da Lei e, por isso, não pode ser extinto, por ser em vários lugares das Escrituras chamado por Deus de “MEUS sábados”, teremos que admitir situação semelhante da inabrogabilidade para os sábados dos 7 e dos 50 anos, o ano sabático e o ano jubileu.

Naquele tempo havia o sábado septenário e o sábado jubileu. Depois de seis anos consecutivos de trabalho o sétimo era de repouso total. E também depois de 49 anos de trabalho o qüinquagésimo era de descanso completo.
Deveriam ser estes dois sábados (o septenário e o do jubileu) também prescrição moral porque também eram do Senhor, O sábado septenário era “um sábado do Senhor” (Lv. 25. 2 e 4). O sábado cinqüentenário também era do Senhor porque a Ele santificado (cf. Lv. 25: 10 e 12).

Nesse caso, deveríamos guardar para sermos coerente o sábado septenário e o sábado cinqüentenário. Se o sábado hebdomadário por haver sido chamado por Deus de “MEUS sábados” é uma disposição moral da Lei eterna, o septenário e o cinqüentenário de semelhante maneira o são.

Ora, os próprios respeitadores do sábado semanal admitem que o septenário e o cinqüentenário foram abolidos. Portanto, a coerência nos leva a aceitar a extinção também do sábado hebdomadário.

Dr. Aníbal, tenha paciência! Para que tantas colocações esdrúxulas e palavras complexas para não chagar a NADA? no intuito de tentar achar um caminho para a negação do sábado? Isso não dá em nada. Não se aproveita nada, pois nem conseguem explicar por que o Senhor Deus “teria trocado o domingo pelo sábado” SEM AO MENOS TER COLOCADO UMA SÓ LINHA A RESPEITO DESSA ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA, pois afeta a Soberania do Senhor Deus e a sua Coerência. 

Repito: se Deus tivesse a vontade de anular o sábado por conta da Ressurreição de Jesus, pela sua Santa Coerência e Autoridade Total, não ficaria a dar voltas e acenos com aparições aos domingos (sendo que a de Tome foi no segundo dia da semana) e com reuniões do partir do pão que nunca tinha vinho, então eram reuniões para a divisão de bens, ele, o Senhor de Tudo e de Todos, sem papas na língua, faria seus apóstolos evangelistas, pelo menos Paulo a escrever: A PARTIR DA RESSURREIÇÃO DE MEU FILHO QUE ACONTECEU NUM DOMINGO, ESSE DOMINGO ESTÁ SUBSTITUINDO O MEU SÁBADO PROMULGADO NO  MONTE SINAI.  Acaso O Senhor Deus nos teria encolado, como quer o pobre Aníbal?

O Senhor Deus nunca omitiu uma só Verdade na Bíblia e se tivesse tido a intenção de acabar com o sábado (que coisa mais ridícula) TERIA REGISTRANDO ISSO DE MODO BEM CLARO E DIRETO NO EVANGELHO, afinal ele não é o Criador e Administrador de tudo?   Deus Pai não omitiu nem o PAVOR de Jesus no Evangelho, iria "ter medo" de registrar a falência do sábado?

“E tomou consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, e começou a ter pavor, e a angustiar-se.  E disse-lhes: A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui, e vigiai.

E, tendo ido um pouco mais adiante, prostrou-se em terra; e orou para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora.  E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres”.  Marcos 14:33-36. Detalhes em meu blog:


Estudando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte.  De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada a culto aos domingos.  Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo.  Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz!

Uma das maiores, latentes, esclarecedoras e cristalinas provas que o sábado jamais foi violado pela Igreja Primitiva, pelo menos até Constantino, no início do século quatro, é a seguinte, mas só serve para quem sabe MEDITAR E RACIOCINAR:

Está Registrado no Evangelho (atentem-se disso) que os fariseus protestaram contra o fato de os amigos de Jesus fazerem as refeições sem lavar as mãos (repetindo: isso ficou registrado no Evangelho), imagine se os apóstolos passassem a pregar ou apenas a induzir os cristãos que o sábado estava sendo anulado a favor do domingo da Ressurreição. Raciocinando, é facílimo de entender que esse fato mil vezes mais grave do que comer sem lavar as mãos, seria um escândalo tão grave, tão marcante que é fácil concluir que os judeus da Torah teriam perseguido os apóstolos de modo violento e poderia haver até mortes, tão grande era o apego deles aos sábados. MAS NEM SIMPLES EVIDÊNCIA ficou registrado no Evangelho, por isso, para quem sabe RACIOCINAR, concluirá facilmente que jamais houve movimentos nem pálidos a favor do tal domingo com prejuízo dos sábados.

Por isso mesmo, Jesus santificou os sábados, toda a sua Igreja antes e depois da Ressurreição, até quatro décadas após a Ressurreição, com o apóstolo Paulo levando quase toda a cidade a louvar aos sábados. E isso não se comparam às fracas evidências nebulosas das aparições, pois trata-se da Verdade Absoluta, apesar de que existem filhos do diabo que tentam corromper essa Verdade. Veremos:

 “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.    Lucas 4:16.   Jesus, nos concedendo o exemplo. Não importa as interpretações contra, pois o que importa é que Jesus também santificava os sábados do Pai.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista!  Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:
“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  
Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.


 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”. 

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:

“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

 Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6  maior que Abraão (João 8:57) e maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.

Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar? Mas o Dr. Anibal insiste em fazer Deus “mudar”.

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  I Pedro 1:24.

Desde a Fundação do Mundo, quando foi instituído o Santo Sábado para a Humanidade, as gerações se passaram e continuarão a passar, mas a Palavra de Deus, que também inclui o Sétimo Dia e a abominação às imagens e figuras sacras jamais passará.  De outra forma, estaremos a desmentir o Criador e a Jesus! Não há como fugir desse conceito divino sem ingressar na hipocrisia religiosa, por certo desagradando gravemente ao Senhor! 

QUARTA

No capítulo 26 de Levítico deparo as expressões alusivas ao sábado em três pessoas diferentes: primeira do singular, terceira e primeira do plural: “MEUS sábados” (v. 2); “SEUS sábados” (vv. 34 e 43) e “VOSSOS sábados” (v. 35).

Levítico 26:34 e seguintes também mostram a legitimidade do sábado. O pobre do tal Anibal, sem conseguir evidências bíblicas contra o sábado, pois o Senhor Dias não é incoerente, fica a dar voltas com colocações tolas e sem conteúdo como tem repetido os MEUS SÁBADOS E TEUS SÁBADOS, como se isso tivesse alguma força para pelo menos arranhar as Rochas Sagradas das Leis.

Lendo os Evangelhos encontro Jesus a usar esta expressão: “MEU Pai e VOSSO Pai; MEU Deus e VOSSO Deus” (Jo 20:17).
Se os sábados chamados por Deus de “MEUS sábados” e os chamados por Os. 2:11 e Lv. 26:34, 43 de “SEUS sábados” e “VOSSOS sábados” de Lv. 26.35 são diferentes, isto é, essas locuções não designam o mesmo sábado semanal, aquele PAI mencionado por Jesus como “MEU Pai” é diferente do   PAI também mencionado por Jesus com a locução de: ““VOSSO Pai”.

Lá vem novamente com meus sábados e teus sábados. Para que o Anibal acabasse com os sábados, bastaria que ele colocasse um só preceito bíblico DIRETO no qual revelaria a falência do sábado no Evangelho, mas como isso é impossível, o Anibal fica nessa enrolação e voltas sobre  voltas.

Só porque mudou a pessoa do pronome possessivo, também mudou o PAI?

Seria absurdo!

Tolices que jamais afetarão os santos e benditos sábados de Deus

Quanto ao Templo encontro da mesma forma o emprego do pronome possessivo em diferentes pessoas. Em Is. 56:7 Deus chama de “MINHA casa” e Jesus de: “VOSSA casa” (Mt. 23.38). são, porventura, templos diferentes? Um de Deus e o outro dos judeus?

De novo meus e teus?

Igual circunstância ocorre com os sacrifícios. Em Nm. 28:3, 6 encontro a menção de sacrifícios  ofertas ao Senhor. Em Lv. 10:13 encontro: “ofertas queimadas do Senhor“. Esses sacrifícios, essa ofertas, esses holocaustos, do Senhor, em Dt. 12:6 são chamados de: “VOSSOS sacrifícios“. Em Is. 42.23, 24 são designados por “TEUS sacrifícios“.
Deixam de ser os mesmos sacrifícios, as mesmas ofertas, os mesmos holocaustos?
Em Lv. 23:2 eu me deparo com a referência: “as MINHAS solenidades“ e em IS. 1.14: “as VOSSAS solenidades“. Por acaso não são idênticas as solenidades?
Mas que importa meus sábados ou seus sábados? Nada disso influencia a existência perpétua dos sábados de deus também no Evangelho.

De novo meus e teus?

A mudança de pessoa no pronome em todos esses exemplos não alterou em nada a unicidade do objeto. O Pai, o Templo, os sacrifícios e as solenidades são sempre os mesmos. Haveria de ocorrer mudança só no sábado?
Portanto, é evidente serem os mesmos os sábados mencionados por Os. 2:11 com a locução “SEUS sábados” e por Ezequiel 20:12,13 com “MEUS sábados”. Neste caso, como nos outros aludidos, a alteração das pessoas do pronome possessivo não muda o objeto do assunto.

De novo meus e teus?

2) – Alegar-se serem os sábados mencionados por Oséias e por Paulo nos textos em exame simplesmente alusivos às festas anuais, sem nada a ver com o sábado da semana é querer fechar os olhos à realidade da Revelação Divina.
Algumas considerações sensatas nos levarão à certeza de que aqueles sábados aludidos por Oséias e pelo Apóstolo são os sábados do descanso do sétimo dia e não os sábados, sinônimos das festas anuais

Oséias e Isaías, o DESABAFO DE DEUS, já explicado acima, de modo lógico e irrefutável se estiver sob a honestidade.

a.) – No calendário israelita encontram-se varias festas anuais: a da páscoa em conjunto com a dos asmos, a das semanas ou das colheitas ou de pentecostes, a dos tabernáculos (as três maiores e mais solenes), a do dia da expiação (Yom Kippur), a da dedicação ou das luzes e a festa do Purim.

Essas festas duravam dias seguidos e é lógico que se incluía no se decorrer o sábado semanal (cf. Lv. 23.:11, 15, 16). Cognominá-las de sábados anuais por esse motivo não tem sentido.

Ocorre, todavia, por parte dos guardadores do sábado o recurso a algumas versões portuguesas da Bíblia baseadas da Vulgata de Jerônimo que transliterou para o latim o SHABATH hebraico. Essas versões como a dos clérigos romanistas, a de Matos Soares e a de Figueiredo, em lugar de repouso, que seria a tradução certa de SHABATH, puseram sábado.

Figueiredo em Lv. 23.24 onde se refere à festa de pentecostes, seguindo a Vulgata, simplesmente transliterou o SHABATH hebraico: “O sétimo mês, o primeiro dia do mês será para vós um SÀBADO e uma recordação.”

João Ferreira de Almeida, contudo, traz a versão correta “Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis DESCANSO, memorial com sonido de trombetas, santa convocação.”

Ainda, Lv. 23:39 alude à festa dos tabernáculos e a simples transliteração de SHABATH serve de deturpação das Escrituras de Oséias e de Paulo: “...no dia quinze do sétimo mês...celebrareis as festas do Senhor...o primeiro e o oitavo dia vos será sábado”, é a tradução-transliteração do romanismo, sempre interessado em ocultar e, pior, deturpar a Revelação Divina.

Almeida foi coerente com a tradução: “no primeiro dia haverá DESCANSO, e no oitavo dia haverá DESCANSO.”, embora esse dia oitavo pudesse cair em qualquer dia da semana,não coincidindo assim com o sábado semanal.

Quanto ao dia anual da expiação procedem de igual maneira os interessados na sustentação do sábado semanal a ser observado como prescrição moral.

Do v. 32 de Lv. 23, em Almeida a tradução é: ”Sábado de descanso vos será;”, sendo contudo esse dia o décimo do sétimo mês (v. 27).

Nada surial seria se ele houvesse traduzido de verdade “descanso de descanso”, sendo consentâneo com o original. Com efeito, é um aforça de expressão literária a repetição de um mesmo nome ou de uma forma abstrata em lugar de nome concreto, equivalente ao superlativo com na expressão bíblica “vaidade das vaidades”. “Descanso de descanso” significa repouso completo, absoluto, superlativo.

SHABATH SHABATON (=sábado do sábado, sábado do descanso, sábado sabático) de Ex. 31:15; 35:2; Lv. 16:31 significa absoluto repouso, descanso superlativo. É essa locução encontrada ainda em Lv. 23 nos seguintes versículos: 3 (alusivo ao sábado semanal) e 32 (ao dia da expiação).

O recurso de transliteração de SHABATH, portanto, invalida a ambição de se considerarem sábados anuais as festas do calendário litúrgico israelita.

3) – A palavra “SÁBADOS”, no plural, dos textos do profeta Oséias e do Apóstolo Paulo designa mesmo o sétimo dia da semana, que era cerimonial com já verificamos à luz das razões alinhadas.
Esses SÁBADOS de modo algum significam “sábados anuais” ou festas anuais, pelo fato de se encontrarem no plural.

E chegamos a esta conclusão mediante o argumento “ad hominem”, isto é, o argumento usado pelo próprio adversário.

Se a festa da páscoa é chamada de sábado anual, se a  festa de pentecostes é chamada de sábado anual, se a festa dos tabernáculos é chamada de sábado anual, se a festa da expiação é chamada de sábado anual, esses sábados, sábados festivais anuais, são chamados de “FESTAS”, como, de resto, querem os próprio interessados na permanência do sábado semanal.

Então, à luz das próprias Escrituras são chamados “FESTAS”. Voltemos ao capítulo 23 de levítico, onde encontramos a confirmação de nossa assertiva.

Quanto á páscoa, no v. 6, diz: “E aos quinze dias deste mês é a FESTA dos pães ázimos do SENHOR;...”

Quanto à dos tabernáculos no v.34: “...Aos quinze dias deste mês sétimo será a FESTA dos tabernáculos ao SENHOR por sete dias.”

Nos vv. 2 e 37 todas as FESTAS antes mencionadas (páscoa, pentecostes, etc.) são chamadas “SOLENIDADES DO SENHOR”. “Estas são as solenidades do SENHOR, que apregoareis para santas convocações, para oferecer ao SENHOR oferta queimada, holocausto e oferta de alimentos, sacrifício e libações, cada qual em seu dia próprio;” (v. 37)

Todo o ritualismo sublinha o aspecto das SOLENIDADES, sinônimo de FESTAS.

Acima são colocações extensas e repetitivas que não têm a mínima condição de anular os santos sábados de Deus Pai, fundido nas Rochas Sagradas.

Afinal, o domingo para ser santificado teria de Estar Escrito que seria O DIA DO SENHOR,   mas no próprio Mandamento, o Quarto, Está Escrito ser o sábado O DIA DO SENHOR: Vejamos:

 
“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.   Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”.  Êxodo 20:8-11

Aliás, os defensores do sábado semanal como disposição moral da Lei em caráter permanente, dizem que, sem se confundirem com os sábados semanais, os sábados festivais anuais estão incluídos nas “FESTAS” que os abrangem a todos.

Assim procedem para fugir do ensino de Oséias e de paulo quanto à cessação do sábado semanal como prescrição moral, alegando que os sábados aludidos por esses escritores são as “festas” anuais dos israelitas, portanto, são os sábados cerimoniais.
Vamos, porém, ler outra vez as duas Escrituras:

Os. 2:11: “E farei cessar todo o seu gozo, as suas FESTAS, as suas luas novas, e os seus SÀBADOS, e todas as suas festividades.”
Col. 2.16: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de FESTA, ou da lua nova, ou dos SÁBADOS,”
Ora, se os sábados são as mesmas festas anuais, ou se os sábados estão incluídos nessas festas, por que destaca-los das festas?
E nem se alegue aqui no caso a equivalência superlativo, absolutamente impossível, dada a interposição da expressão: “as suas luas novas” e “da lua nova” entre as palavras FESTAS e SÁBADOS.

A conclusão é patentíssima:

O termo plural SÁBADOS corresponde aos sábados semanais, “sombras das coisas futuras”.

Claro que Colossenses 2:16 se refere á sábados semanais, mas sombras das coisas futuras nem o Dr. Anibal consegue  atribuir, no Evangelho à falência do sábado.Mais enrolações. Como eu já coloquei, os fariseus se escandalizaram apenas pelo fato de os amigos de Jesus comer sem lavar as mãos, E ISSO FICOU REGISTRADO NO EVANGELHO, imagine o grandioso escândalo e revoltas de consequências até mortais, se um só dos apóstolos induzissem os cristãos a ignoraram os sábado após a Ressurreição de Jesus, E ISSO TAMBÉM TERIA DE ESTAR REGISTRADO NO EVANGELHO.   

Então, está revelada a falência do tal domingo defendido pelo pobre domingueiro, o Aníbal.

4) – Entrevistou-me doutra feita um sabadeador. Empenhara-se em sabadear-me. Ao apresentar-lhe os textos de Os. 2.11 e Col. 2.16, tentou ele escapar à evidência da abolição do sábado semanal,alegando significar o vocábulo no plural, como se encontra nessas Escrituras, os sábados cerimônias das festas anuais, que eram prefigurativos.

Sabateador não existe no Dicionário Português.

A puerilidade do argumento do moço é tão gritante que, suponho, a evitam os mestres sabatistas.

No Velho Testamento em português, a palavra sábado, no singular ou no plural, ocorre pelo menos 57 vezes. E sempre designa o sábado semanal. Jamais as festas litúrgicas judaicas anuais.

Novamente, isso não nos interessa. O que interessa seria ver como o Dr. Anibal tenta anular os sábados sagrados de Deus no Evangelho, se puder.

Encontro-o 10 vezes no plural nas seguintes passagens do Novo Testamento em grego: Mat. 12:5,12; Mc. 1:21; Lc. 4:31, 6:2, 9; At. 13:27, 17:2, 18:4 e Col. 2:16.

Aliás, esse plural SÁBADOS ocorre porque o sábado se repete em cada semana.
Note o uso, ainda hoje em voga, do plural nos dias da semana quando se quer salientar a sua constante repetição. Assim o Pastor de uma igreja que tem o seu culto de oração numa noite de semana, como por exemplo, na quarta-feira, diz: às quartas-feiras reunimo-nos para a oração. Aos Domingos à noite o culto é evangelístico.

No próprio Velho Testamento fui achar o emprego desse plural. “Estas são as solenidades do SENHOR... Além dos SÀBADOS do SENHOR...” (Lv. 23:37-38). Ainda a locução plural “MEUS SÁBADOS”, oito vezes repetida em Ezequiel (20:12, 13, 16, 20, 21; 22:8, 26; 23:38), “SÁBADOS” (Ez. 45:17; 46:3) sempre se referem ao sábado hebdomadário com, de resto, todos os sabadeadores admitem e defendem.

Se nas passagens do Novo Testamento relacionadas acima onde se encontra o plural SÁBADOS ele quer dizer o sábado semanal, por que só em Col. 2:16 haveria de ser o tal sábado cerimonial das solenidades anuais?
Faltaria sentido! E semelhante argumento sabático revela desespero de causa!

Mas quanta confusão  enrolação que SÓ CONFUNDE!. O Dr. Anilbal poderia colocar a coisa mais direta, MOSTRANDO QUANDO E ONDE O SÁBADO FOI EXTINTO!

5.) – Tanto em Os. 2:11 como em Col. 2:16 deparamo-nos coma  fórmula : “DIAS DE FESTA, LUAS NOVAS E SÁBADOS”.
Essa fórmula se refere aos dias santificados ANUAIS, MENSAIS e SEMANAIS
.
Novamente a repetição vã de sábados mensais, que não interessam. O que interessa é o sábado do Dia do Senhor, o Sétimo Dia que já diz tudo.  No próprio Mandamento do sábado O SENHOR JÁ REVELA QUE ESSE É O DIA DO SENHOR; Vejamos:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.   Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”.  Êxodo 20:8-11

Se em Lv. 23 se distinguem as datas do calendário das solenidades com suas características específicas, em Nm. 28 e 29 se prescrevem os pormenores rituais dos sacrifícios.

Além do holocausto diário de dois cordeiros, um de manhã e outro à tarde (cf. vv. 3-4), nos sábados hebdomadários, “além do holocausto contínuo”, sacrificavam-se dois outros cordeiros como oferendas de manjares e libações (vv. 9-10). “Holocausto é de cada SÀBADO, além do holocausto contínuo, e a sua libação.”  (v. 10)

O mês começava no ciclo da lua nova, a neomênia, oportunidade em que também se ofereciam holocaustos ao Senhor (“E nos princípios dos vossos meses...” – v 11) dois bezerros, um carneiro e sete cordeiros seguidos de oblação de manjares e libações de vinho (vv. 11-14). “...ESTE É O HOLOCAUSTO DA LUA NOVA DE CADA MÊS, SEGUNDO OS MESES DO ANO.” (v.14)

Aos sacrifícios litúrgicos dos sábados hebdomadários e dos primeiros dias (=lua nova) de cada mês, os israelitas deveriam acrescentar holocaustos concernentes às festas, a começar pela da páscoa, a primeira de cada ano, com a discriminação do ritualismo dos holocaustos de cada uma.

À base dessas Escrituras (Lv. 23 e Nm. 28-29) tem-se o calendário litúrgico com os ritos sacrificais: semana, mês e ano, designados, respectivamente, pelas palavras “SÁBADOS, LUAS NOVAS E FESTAS”.

Quando Davi transmitiu a Salomão o trono real, dentre todas as suas recomendações, ao desacar os turnos e as funções dos levita, às ordens dos “filhos de Arão no ministério da casa do Senhor”, das quais também era a de “E para estarem cada manhã em pé para louvarem e celebrarem ao SENHOR; e semelhantemente à tarde; E para oferecerem os holocaustos do SENHOR, aos SÁBADOS, nas LUAS NOVAS, e nas SOLENIDADES (=FESTAS), segundo o seu número e costume, continuamente perante o SENHOR;” (I Crôn. 23:30-31).

Na circunstancia de solicitar a colaboração do rei de Tiro para a construção do Templo, Salomão pede-lhe: “E Salomão mandou dizer a Hirão, rei de Tiro: Como fizeste com Davi meu pai, mandando-lhe cedros, para edificar uma casa em que morasse, assim também faze comigo. Eis que estou para edificar uma casa ao nome do SENHOR meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para a apresentação contínua do pão da proposição, para os holocaustos da manhã e da tarde, nos SÁBADOS e nas LUAS NOVAS, e nas FESTIVIDADES do SENHOR nosso Deus; o que é obrigação perpétua de Israel.” (II Crôn. 2:3-4).
Salientou-se o rei Ezequias como o restaurador do culto e das celebrações litúrgicas dos sacrifícios. “Também estabeleceu a parte da fazenda do rei para os holocaustos; para os holocaustos da manhã e da tarde, e para os holocaustos dos SÁBADOS, e das LUAS NOVAS, e das SOLENIDADES; como está escrito na lei do SENHOR.” (II Crôn. 31:3)
.
Tendo sido reedificado o templo após o exílio babilônico, coube a Neemias reconstruir os muros de Jerusalém, após a leitura pública da Lei, restabelecer outra vez o culto.

Como disse, se o Dr. Anibal pretende extinguir os sábados no Evangelho, não é com essa confusão toda que vai conseguir.  Para conseguir, assim como o Senhor Deus instituiu o sábado como dia de descanso semanal, e isso Está Escrito. Se ele nomeou os sábados como santos e abençoados e isso Está Escrito. Se ele instituiu e propagou o sábado como UM SINAL entre ele e a Humanidade e isso Está Escrito, se tivesse sido possível desdizer tudo o que o Senhor registrou sobre os sábados ISSO TERIA DE ESTAR ESCRITO de modo bem direto e incontestável; É ou não é?

“Também sobre nós pusemos preceitos, impondo-nos cada ano a terça parte de um siclo, para o ministério da casa do nosso Deus; Para os pães da proposição, para a contínua oferta de alimentos, e para o contínuo holocausto dos SÁBADOS, das LUAS NOVAS, para as FESTAS solenes, para as coisas sagradas, e para os sacrifícios pelo pecado, para expiação de Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus.” (Ne. 10:32-33).

Em todos esses textos, consoante as prescrições do livro de Números (28-29), sob a fórmula consagrada como num refrão: “SÁBADOS, LUAS NOVAS e FESTAS”, destaca-se a ordem natural e lógica dos holcaustos diários, semanais, mensais e anuais.

À luz dessas Escrituras seria ilógico e aberrante mesmo supor-se seres os SÁBADOS aludidos em Os. 2:11 e em Col. 2:16 os tais sábados anuais, sinônimos de FESTAS.
Teríamos, a seguir-se esta aberração, a referência em todos aqueles textos dos sacrifícios diários, ANUAIS, mensais e, de novo, ANUAIS.

Seria uma enumeração desprovida de ordem e lógica porque dos holocaustos diários passar-se-ia aos anuais, omitindo-se os semanais e os mensais, e dos anuais votar-se-ia aos mensais para tornar novamente aos sacrifícios anuais.

Sinonimizarem-se ou confundirem-se os SÁBADOS das perícopes de Os. 2:11 e de Col. 2:15 com as solenidades ou festas anuais é incorrer-se num pleonasmo sem sentido. Um pleonasmo e inconseqüente com descabido sintoma de escandaloso sofisma. Com efeito, os dias de sacrifícios anuais, então, seriam apresentados, em Oséias e em Colossenses, duas vezes uma sob a palavra FESTA e outra sob o nome de SÁBADOS, incorrendo-se, em desacordo com Lv. 23:3, na omissão do dia dos sacrifícios semanais, o dia mais importante de todos.

Em Oséias 2:11: “E farei cessar todo o seu gozo, as suas FESTAS, as suas LUAS NOVAS, e os seus SÁBADOS, e todas as suas festividades.”,é o anúncio da abolição, da supressão, da extinção, do fim de todo o cerimonialismo judaico, incluindo o SÁBADO SEMANAL por se este também do conjunto das disposições cerimoniais do pacto das obras.

Não há como concordar com o Dr. Anibal, pois Oséias citado (e em Isaías) é facílimo entender que se tratou de um DESABAFO de Deus, por ver seu povo tão ingrato, transgressor e desobediente, mesmo com todos os alertas dos profetas de Deus a respeito. A cada colocação dele, mais me convenço de que o Dr. Anibal não conhece bem as Escrituras. Se o Senhor Deus tivesse a intenção  “extinguir” o sétimo dia de Gênesis (que ridículo) não o cravaria nas Rochas Sagradas de Deus, bem depois de Oséias e de Isaías.
“Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los”. Jesus, criticando violentamente os fariseus do templo, em Mateus 23:4 e por todos os outros preceitos desse capítulo.

Sobretudo, segundo Colossenses 2:16, Paulo, um tanto irado, apenas espelhou-se no próprio Deus, também irado que, vendo seu povo ingrato afastar-se das suas leis, fez um grave desabafo:

“... eis que cercarei o seu caminho com espinhos.  Reterei, a seu tempo, o meu trigo e o meu vinho, e arrebatarei a minha lã e o meu linho, que lhe deviam cobrir a nudez. Ninguém a livrará da minha mão. Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades.  Devastarei a sua vide e a sua figueira...”.  Maldições do Senhor ao seu povo desobediente e ingrato, em Oséias, capítulo 2.

Sabemos que o Senhor Deus Imutável jamais pretendeu acabar com o Sábado cravado nas Rochas, nomeado por ele como Santo, Solene e abençoado, como um Sinal  entre ele e a Humanidade, pois se fizesse isso, tudo o que fez ESCREVER, ou seja, TODA A BÍBLIA SERIAM COLOCADA EM DÚVIDA.  Da mesma forma procedeu com as festas de Lua Nova e, do mesmo modo e, repetindo, o apóstolo Paulo imitou o Criador, desabafando, pois nunca houve a menor condição da abominação dos sábados por ele, como já vimos. Diferente disso, Paulo teria sido um alto contraditório e isso é impossível, pois falava e agia sob a orientação segura do Espírito Santo de Deus!

Não notar que em Oséias e Isaías está revelado um DESABAFO de Deus, faz do Dr. Anibal, mais um pobre intérprete bíblico

Em Jesus Cristo cumpriu-se a promessa ao ser na cruz cravada a “cédula”: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de FESTA, ou da LUA NOVA, ou dos SÁBADOS,” (Col. 2:16).

Dr. Anibal, onde Está Escrito a PROMESSA que se cumpriu ao Jesus pregar na cruz a “cédula”?   Cédula de que? O que foi pregado na cruz senão Jesus pelos nossos pecados? O sábado foi pregado na cruz ou as leis foram pregadas na cruz?  Mostre-me, por favor, pois eu conhecedor do Evangelho, não encontrei uma só lei pregada na cruz com Jesus, muito menos o sábado solene, santo e bendito de Deus, cultuado e propagado por Jesus. Vou colocar aqui um de meus blogs, esse muito interessante que revela a fragilidade da maioria dos pastores evangélicos que julgam que o sábado já era, “pois Jesus nos libertou das maldições das leis, pregando-as na cruz”.   Dezenas de pastores que me correspondi desde 1995, eu lhes propus um santo desafio:

Coloquei as 10 Leis originais de Êxodo 20 ou de Deuteronômio 5, e perguntei a eles: “Irmão, você alegou que Jesus pregou na cruz as leis malditas, como sendo o Decálogo, bem por causa da incomodidade do sábado. Então, por favor, ME APONTE QUAIS DESSAS LEIS SÃO MALDITAS E QUE POR ISSO MESMO FORAM PREGADAS NA CRUZ COM JESUS CRISTO. Aponte-me pelo menos UMA que possa nos trazer escravidão ou maldição. Aguardo.
Em o Nome do Senhor declaro que NENHUM deles todos (uns já faleceram) teve a coragem de apontar um só mandamento maldito, portanto, Dr. Anibal,. Não me venha com essa história de que Jesus pregou na cruz uma só das leis do Pai.

Tudo isso, inclusive o SÁBADO HEBDOMADÀRIO, são “sombras das coisas futuras”, do“...ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas.” (Hb. 8:6).

HEBDOMADÀRIO novamente? Pra que usar nomes que poucos sabem o significado, como tantas vezes foram colocadas, necessitando a ampla maioria de recorrer aos dicionários?
Vamos ao verso citado pelo Dr. Anibal:

Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor pacto, o qual está firmado sobre melhores promessas”.   Hebreus 8:6.

Nada, absolutamente nada há em Hebreus por inteiro que extinga ou mesmo afete os santos, solenes e abençoados solenes, santos e benditos sábados do Senhor, APESAR DE TANTOS E TANTO INIMIGOS que tentam de tudo, mas inutilmente, para varrer o sábado do Evangelho, por causa de suas doutrinas do domingo do papado romano de Satanás, para quem se dobram.

Aproveitando a citação acima, é justamente em Hebreus está registrada uma das dez colocações no Evangelho que também legitima o sábado:

“Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus”.   Hebreus 4:9.

Autor: Dr Aníbal Pereira dos Reis. A GUARDA DO SÁBADO. Capítulo 6/24. Edições “Caminho de Damasco”. São Paulo, 1977.


Waldecy Antonio Simões   walasi@uol.com.br

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